
Capão do Cipó virou notícia novamente por dois motivos: um deles é que o famoso caso Funasa e suas redes d’água foi arquivado. O ex-prefeito Meneghini finalmente está livre de toda essa confusão.
(por João Lemes) O outro assunto é que a dupla Osvaldo Froner (PP) e Anselmo Cardoso (PDT) está na iminência de finalmente saber do destino do processo de cassação. Eles já foram julgados em primeira instância e condenados à perda do mandato, porém, continuaram nos cargos. Agora o segundo julgamento no Tribunal Regional está marcado para dia 22, às 14h.

A redação conversou com vice-prefeito Anselmo Cardoso. Ele explicou quer será bom que o julgamento vai acontecer de uma vez por todas. “Somente assim acabam esses boatos de cassa ou não cassa. O que a gente quer é poder trabalhar em paz, se este for o caso”, disse Anselmo.
Que em pesquisa feita pelo jornal Expresso, a maioria da população acha que seria um atraso a troca de administradores quase na metade do mandato.
Talvez o resultado da pesquisa tenha se baseado em vários avanços no município, sejam eles na questão de infraestrutura, na educação, saúde e apoio à agricultura. Resta-nos aguardar.
Caso haja condenação, eles podem ser afastados e uma nova eleição será marcada. Neste meio de tempo o presidente da câmara é quem assumiria. Em caso de absolvição, Froner e Anselmo seguem o trabalho que vêm fazendo.
Lendo o processo, vimos que muitas acusações envolvendo a eleição foram afastadas. A única coisa que restou foi a denúncia sobre os vales-combustível que a coligação teria dado para eleitores que fariam as carretas.

O ex-prefeito Alcides Meneghini, em decisão unânime, proferida pelo colegiado da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, acolheu o voto da subprocuradora-geral da República, Maria Iraneide Santoro Facchini, pelo arquivamento com baixa do Inquérito Policial.
Não restam mais dúvidas sobre a honestidade de Alcides Meneghini. O documento endereçado ao juiz federal de Santana do Livramento foi assinado pelo procurador da República, José Leonardo Lussani da Silva.



