A cobrança ilegal de partos vai além e já se fala em denúncia por racismo

O hospital também denunciou um médico por agressões verbais, incluindo ofensas que podem configurar racismo, já em apuração.

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Santiago – O Grupo Hospitalar vem a público repudiar as alegações divulgadas pelo Sindicato Médico (Simers) sobre supostas divergências entre a direção do hospital e os médicos do corpo clínico.

As manifestações do Simers são consideradas inverídicas e servem apenas para tentar intimidar a direção porque denunciou um caso isolado de médicos obstetras cobrando ilegalmente por partos de pacientes do SUS, serviço que deveria ser gratuito. (Eles cobravam de 500 a 1.500 reais por cada parto.)

As ações dos médicos estão sob análise das autoridades.

O hospital também denunciou um médico por agressões verbais, incluindo ofensas que podem configurar racismo, já em apuração.

Sobre os médicos obstetras, eles se recusam a atender pacientes pelo SUS, optando por atender apenas pacientes particulares, e isso levou ao descredenciamento administrativo desses profissionais.

VEJA AQUI A NOTA COMPLETA

Apesar das publicações do Simers, o hospital afirma que continuará a cumprir a lei e não permitirá a seleção de pacientes baseada em condições econômicas. Também tomará medidas legais contra as alegações ofensivas e danosas do Simers, reafirmando seu compromisso com a ética e a assistência aos pacientes.

o Hospital Santiago, de forma muita tranquila e serena, não irá curvar ou deixar intimidar-se, e seguirá sempre observando e cumprindo a Lei.

VEJA TAMBÉM: Alemão foi vítima de atropelamento em Santiago; ele está bem

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