Aluno bate a cabeça após ser puxado por um professor em escola cívico-militar

A Secretaria de Educação afastou o educador e reforça que episódio é isolado e não compromete o trabalho da escola

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Santiago – RS – Um incidente dentro da Escola Cívico-Militar São José (Vila Rica) gerou denúncia e apuração nesta quarta-feira, 22. Um estudante de 11 anos relatou que foi agarrado por um professor durante a aula e acabou batendo a cabeça na mesa. Ele teria pego nos braços do aluno para que se virasse para a frente. Neste momento, a criança acabou batendo a cabeça na classe. O caso foi registrado na polícia e está sendo investigado.

O relato e as primeiras medidas
O episódio veio à tona depois que um familiar encontrou o aluno chorando na saída da escola; mas no mesmo momento a direção também ficou sabendo e agiu. A direção comunicou ainda à família de uma reunião com o Conselho Tutelar e a coordenação pedagógica para tratar da conduta do professor (ele é da área militar) que está há pouco tempo na função.

A resposta da Secretaria
A secretária municipal de Educação, Maria Joceli, informou ao NP que o educador foi afastado imediatamente. Ela reafirmou o repúdio a qualquer tipo de violência no ambiente escolar e ressaltou que o município mantém um trabalho contínuo para fortalecer a cultura de paz e a formação humanizada dos professores.

Segundo Maria Joceli, a Escola São José é uma das maiores da rede municipal, com cerca de 600 alunos do jardim ao nono ano. A secretária destacou que a escola desenvolve uma educação diversificada, que tem gerado bons resultados e uma relação próxima com as famílias.

“Episódios isolados e alheios à vontade da escola não tiram o brilho do trabalho. Inclusive, a própria família do menino tem um vínculo de longa data com a instituição, desde os anos iniciais. A escola segue à disposição, sempre trabalhando com respeito, acolhimento e o compromisso de manter o exemplo de uma educação baseada na cultura de paz”, afirmou.

Apoio ao aluno e investigação
A Secretaria colocou à disposição da criança a equipe multiprofissional, com psicólogo e profissionais de apoio escolar. O Conselho Tutelar orientou os pais a formalizar a denúncia, e a polícia abriu inquérito para apurar as circunstâncias do caso.

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