O governador Eduardo Leite oficializou a intenção de privatizar a Corsan, responsável pelo serviço de água e esgoto em 317 dos 497 municípios gaúchos. O processo será feito via abertura de capital à iniciativa privada.
Com a medida, o estado deixará de ser acionista majoritário da companhia, que é uma sociedade de economia mista de capital aberto. Com a desestatização, o governo passa a ser acionista de referência da empresa.
Conforme o governador, a medida foi motivada pela incapacidade da empresa em cumprir as metas do marco legal do saneamento básico, sancionado em 2020 pelo presidente Bolsonaro.
“A Corsan não tem capacidade para conseguir triplicar os investimentos, como seria necessário, para conseguir atingir as metas que estão estabelecidas nesse marco regulatório”, destacou.
Além das dificuldades de investimento, o governador citou que a Corsan tem dívidas trabalhistas e previdenciárias. Eduardo Leite reconheceu que a decisão contraria uma promessa feita nas eleições de 2018, mas disse que a mudança de cenários motivou a decisão.





Certo ou errado em privatizar, quando governo Sartori tentou a reeleição tinha o assunto em “pauta“ Nos debates e o governador Eduardo Leite era totalmente contra, essa e as demais contradições como o atraso dos salários, que ele disse que com ele não aconteceriam… aconteceram!
Fazendo uma breve busca pelas propostas de campanha só encontramos desculpas e contradições!
Reportagem gauchazh, complementando:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/rosane-de-oliveira/noticia/2021/03/leite-admite-que-privatizacao-da-corsan-quebra-promessa-de-campanha-ckmf8gf6y00660198m5bm72ot.html