
Além de pedirem o impeachment do presidente, os ativistas reivindicam a aceleração da vacinação contra a covid e o retorno do auxílio emergencial de R$ 600, entre outras pautas.
Brasília, Rio e Belo Horizonte deram a largada. Em Brasília, a concentração começou depois das 9h, na Esplanada dos Ministérios. Portando cartazes, bandeiras e faixas pedindo “Fora Bolsonaro”, os manifestantes se reuniram inicialmente em frente ao Museu da República, antes de marchar pelas largas avenidas. Em meio às palavras de ordem, havia ativistas tocando instrumentos e bonecos infláveis do presidente da República.
No Rio, a concentração de manifestantes levou à interdição parcial da Avenida Presidente Vargas. Agentes de trânsito, guardas municipais e policiais militares acompanhavam o protesto e orientavam o trânsito na região. O ato também estava angariando doações de alimentos para famílias carentes.
Os atos dividem expoentes da esquerda por conta do potencial agravamento da pandemia decorrente de aglomerações. Oficialmente, as manifestações estão sendo organizadas por coalizões sociais como Povo sem Medo, Brasil Popular e Coalizão Negra por Direitos. (Zero Hora)
Entretanto, partidos de esquerda como PT, PSOL, PC do B, PCB, PCO e UP estão envolvidos nos atos por todo o país. Para evitar intensificar a disseminação do coronavírus, organizações como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) não convocaram seus integrantes para as passeatas, embora não se posicionem contra quem quiser participar.

Com faixas, cartazes e instrumentos musicais, manifestantes ocuparam as ruas do centro de Porto Alegre neste sábado (29), para protestar.





Agora ele cai…
Só partidos maravilhosos! Mimimi
Muito boa a reportagem de manifesto hoje da esquerda, mas vejo muito pouco sobre o governo atual mais crítica do que as grande obras e ações feita ex. A ponte em São Gabriel da cachoeira Amanozas. Estou de olho.