
Desde outubro de 2020, milhares de pacientes com doenças cardiovasculares não conseguem marcar cirurgias. Esses procedimentos foram suspensos ou adiados porque os leitos estavam ocupados com infectados pela covid. A situação é agravada por uma crise no fornecimento de materiais essenciais para essas cirurgias. Com a alta do dólar e defasagem na Tabela SUS, os fornecedores têm dificuldade de repassar os produtos sem prejuízo. Os hospitais da rede pública nem sempre conseguem repor a diferença para garantir as compras do material.
Normalmente, são de 95 mil a 100 mil cirurgias cardiovasculares por ano. No ano passado foram feitas menos de 40 mil.



