
A ministra Cármen Lúcia concluiu que a peça veiculada pela campanha de Bolsonaro propaga desinformação
A propaganda de Bolsonaro diz que Lula quer “mudar a lei e incentivar a mãe a matar o filho no seu próprio ventre”. O ex-presidente já declarou ser contra a legal a legalização do aborto e afirmou que o tema deve ser tratado como uma questão de saúde pública.
Na decisão, a ministra ressaltou que o conteúdo da propaganda eleitoral distorce os fatos, foi produzido para desinformar e atingir a honra do adversário.
“Também a declaração de que o candidato quer ‘incentivar a mãe a matar o próprio filho no seu próprio ventre’ constitui indevida descontextualização e adulteração grosseira do sentido de falas proferidas por ele em relação ao tema”, declarou.



