O governo gaúcho informou que seguirá o cronograma do governo federal para o fim progressivo do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares. O estado possui 43 escolas nesse modelo, sendo 25 vinculadas ao programa nacional.
O MEC enviou um ofício comunicando o encerramento progressivo do programa e a desmobilização dos profissionais das Forças Armadas envolvidos.
O governo estadual afirmou que continuará com o programa estadual, que utiliza brigadianos aposentados como monitores.
Especialistas destacam que o ofício não extingue as escolas cívico-militares, pois o decreto que institui as cívico-militares ainda está em vigor.
O governo estadual de São Paulo anunciou que ampliará o ensino cívico-militar, enquanto no RS uma decisão judicial impede novas adesões ao programa.
As famílias das escolas cívico-militares expressam preocupação com o possível encerramento do programa e destacam os benefícios obtidos, como melhoria na aprendizagem e disciplina dos estudantes. (GZH)
SANTIAGO – O QUE DIZ A SECRETÁRIA MARA REBELO?

A escola cívico-militar de Santiago fica no bairro Vila Rica (Escola São José) e não faz parte dos programas federais ou estaduais; é uma proposta própria da cidade. Ela diz que escola continuará funcionando e promovendo um modelo de educação que enfatiza os valores cívicos, a cidadania e o pertencimento ao município, estado e país.
Ouça o áudio de Mara Rebelo
“Os símbolos nacionais e as vivências cívicas são valorizados, e a escola é vista como um espaço de experiências educativas. Embora ainda seja um modelo novo e esteja no início, a escola demonstra o compromisso com a educação e a brasilidade”, diz Mara Rebelo.




