O governador Eduardo Leite rebateu as críticas do jornalista e ex-deputado Jean Wyllys sobre a manutenção das escolas cívico-militares no estado. Após o governo federal anunciar o fim do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, o governo do RS decidiu manter as 18 escolas geridas pelo Estado.
Jean Wyllys questionou a decisão, mencionando sua orientação sexual e sugerindo que a manutenção das escolas cívico-militares estaria relacionada a fetiches autoritários.
- Em resposta, Eduardo Leite classificou as declarações de Wyllys como “deprimentes” e repletas de preconceitos, destacando que tais comentários não contribuem para a construção de uma sociedade mais respeitosa e tolerante. A troca de mensagens gerou opiniões divergentes entre apoiadores e críticos de ambos os lados.
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O deputado estadual Rodrigo Lorenzoni, filho do ex-ministro Onyx Lorenzoni, expressou solidariedade ao governador, ressaltando a importância de preservar as relações humanas e o respeito pessoal no ambiente democrático.
Alguns seguidores de Eduardo Leite também criticaram a decisão de manter as escolas cívico-militares, considerando-as inconstitucionais e ilegais, e sugeriram que o dinheiro investido deveria ser devolvido aos cofres públicos e direcionado para a educação pública.
Autorizei o chamamento de mais 400 policiais civis: são 200 escrivães e 200 inspetores. Eles iniciam o curso de formação em 11 de agosto. É mais uma etapa do nosso compromisso de reposição programada de agentes da Segurança Pública. Seguimos avançando no combate à violência!
— Eduardo Leite (@EduardoLeite_) July 15, 2023



