De acordo com o Portal da Transparência, apenas 35 militares da ativa ocupam os cargos máximos dos oficiais-generais das Forças Armadas no Brasil, representando menos de 0,01% dos combatentes do país.
Essa classe de elite recebe uma remuneração média de R$ 32.881,73 mensais, o maior pagamento atual nas corporações. No entanto, o número de pensionistas recebendo pelos mesmos postos é de 3.350.
Em abril, o veículo de comunicação Metrópoles, teve acesso ao número de pessoal da Aeronáutica, que indicou 334 militares de topo de carreira gerando pensões para 558 beneficiários. Com base na remuneração média atual, estima-se que os pensionistas receberam um total de R$ 10.982.497,82 apenas naquele mês.

Há também um posto superior de marechal, almirante ou marechal-do-ar, que é provido em tempo de guerra e funciona como uma designação de honra, mas atualmente não está ocupado por nenhum militar na ativa ou na reserva. A remuneração e pensões pagas aos militares referem-se a esse posto superior, mesmo que oficialmente não tenham a patente de “marechal”.
O Ministério da Defesa e a Força Aérea Brasileira possuem informações sobre os valores gastos no pagamento das pensões, mas os custos não são indicados de forma consolidada, dificultando o acesso à informação pelo público.
Fonte: Metrópoles



