Doação de órgãos: Basta uma assinatura no Tabelionato para ajudar a salvar vidas

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O Brasil tem o maior sistema público de transplantes do mundo, no entanto estima-se que mais de 50 mil pessoas estejam atualmente na fila de transplantes, aguardando por um órgão que possa salvar suas vidas. Nesta situação, há pessoas de diversas idades, incluindo milhares de crianças.

Uma das principais razões para a demora e a perda de vidas nessa fila é a recusa de famílias em autorizar a doação de órgãos de entes queridos que faleceram com morte encefálica. No entanto, uma iniciativa está sendo liderada pelos Tabelionatos do RS para enfrentar esse desafio e incentivar uma cultura de doação de órgãos.

A Central Notarial de Doação de Órgãos está ganhando força visando agilizar o processo de doação e aumentar o número de doadores de órgãos. A iniciativa procura encorajar pessoas interessadas em se tornarem doadoras de órgãos a oficializarem sua decisão por meio de uma Escritura Pública Declaratória.

Jornalista Márcio Brasil e a tabeliã Gislene Berlesi Marchon.


Processo facilitado

De acordo com Gislene Berlesi Marchon, tabeliã de Santiago, a criação desse documento é um processo gratuito e descomplicado. Apenas documento de identificação do interessado e CPF, juntamente com os de duas pessoas encarregadas para o cumprimento da vontade, são necessários para completar o processo. A documentação é assinada em poucos minutos.

Uma vez que a autorização é formalizada, o Tabelionato repassa essas informações para a Central Notarial de Doação de Órgãos. Esse banco de dados centralizado é utilizado pelos médicos da Central de Transplantes para identificar doadores em potencial. Dessa forma, quando os médicos buscam doadores compatíveis, eles têm acesso à documentação que prova a intenção da pessoa de se tornar um doador de órgãos após sua morte. Isso abre a possibilidade de salvar vidas por meio de transplantes.

Ato humanitário
A tabeliã Gislene Marchon ressalta a importância desse serviço como um ato humanitário essencial para a sociedade. Ela destaca que a classe notarial do Rio Grande do Sul está unida nesse objetivo, empenhada em incentivar a prática da doação de órgãos e buscando a colaboração ativa dos doadores. Basta procurar o tabelionato de sua confiança.

Reportagem: Márcio Brasil/Prefeitura de Santiago

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