Porto Alegre – A investigação, que durou um ano, revelou que o advogado de 32 anos, pedia dinheiro para supostos negócios. Depois, passou a falsificar documentos e até decisões judiciais. Até o momento, estima-se que ele teria lesado suas vítimas em R$ 1 milhão.
Ele se aproveitava da proximidade com suas tias para contrair empréstimos consignados em seus nomes, levando-as a acumular enormes dívidas.
A investigação também apura a prática de maus-tratos, uma vez que mantinha seus pais idosos em condições deploráveis.
Segundo a delegada Ana Luiza Caruso, o pai recebia uma aposentadoria de R$ 4 mil, mas o advogado apropriava-se de tudo, deixando-lhe apenas 150 para sobreviver durante o mês. Tabém dilapidou toda uma herança recebida pelo pai.
Outras vítimas também procuraram a polícia para relatar situações semelhantes. Além da Delegacia do Idoso, há registros de estelionato em outras delegacias de Porto Alegre.
Fonte: GZH



