O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, afirmou no início do mês (11/10) que teve acesso a imagens que mostram pessoas ligadas ao Hamas decapitando crianças na mais recente escalada do conflito do grupo radical contra Israel.
“É importante que os americanos saibam disso. Eu nunca pensei que veria isso… Imagens confirmadas de terroristas decapitando crianças”, disse Biden em um encontro com lideranças da comunidade judaica em Washington.
No entanto, mais tarde, em resposta a uma demanda feita pela rede britânica BBC, a Casa Branca voltou atrás. “Ele se referia a relatos vindos de Israel”, informou oficialmente a presidência norte-americana.
Os ataques do Hamas contra Israel e a retaliação de Israel na Faixa de Gaza, região dominada pelo grupo radical, resultaram na morte de cerca de 2,2 mil pessoas de ambos os lados. Os números foram divulgados pelo Ministério da Saúde Palestino.
Na mesma ocasião, Biden classificou o ataque surpresa do Hamas contra Israel, no dia 7/10, como o “dia mais mortal para os judeus desde o Holocausto”.
Biden ainda garantiu que vai além “de rejeitar o terrorismo” e acrescentou que tem conversado com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, colocando à disposição do país equipamentos militares.
O presidente dos EUA assegurou que atuará em todos os aspectos da crise, inclusive no resgate de reféns, e alertou o Irã para que tenha cuidado ao atuar sobre o conflito. O país é considerado pelos americanos um aliado do grupo extremista Hamas.
Fonte: Metrópoles



