Alguns têm acreditam que milico não faz falcatruas. No entanto, o coronel Cid, capacho do governo Bolsonaro, era um faz-tudo no palácio; incluindo depósitos de dinheiro para a família e questões relacionadas a joias importadas. Agora, o Cid abriu o bebedor de lavagem e entregou até seu amado ex-chefe.
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, revelou em sua delação que o ex-presidente ordenou a fraude nos cartões de vacina contra a covid. Segundo Cid, Bolsonaro solicitou que os cartões dele e de sua filha, Laura, fossem falsificados.
Esses documentos adulterados foram impressos e entregues pessoalmente ao ex-presidente para uso posterior.
A inserção dos dados falsos ocorreu no sistema do Ministério da Saúde por servidores da Prefeitura de Duque de Caxias, no dia 21 de dezembro de 2022, nove dias antes da viagem de Bolsonaro aos Estados Unidos, quando as leis americanas exigiam comprovação de imunização contra a covid.