Bandeiras coloridas tomaram o centro de Santiago no último dia 18. As cores do arco-íris foram vistas em camisetas, em bandeiras, ostentadas com orgulho. Essa foi a segunda edição da Parada Livre, que celebra a liberdade de ser, sentir e expressar e é um marco para a comunidade LGBTQIA+. Há poucos dias, Sandra Siqueira recebeu no programa “A Pauta é”, os psicólogos Dennis Gabriel da Silva Rodrigues e Leandra Pereira Blanco, dois dos (vários) organizadores da parada.

A luta é pelo fim do preconceito
Leandra se identifica como uma mulher lésbica e que não tem problema em ser chamada de “mulher gay”, por familiares que preferem usar esse terma. “Pra mim, tá ok. O que nos machuca é sofrer o preconceito”, diz. E, para ela, isso não se trata de opção, nem de orientação, a pessoa simplesmente nasce sendo o que é e nada muda isso. Dennis concorda e diz que se identifica como bissexual, sentindo atração por homens e também por mulheres, algo que pra ele está muito bem resolvido hoje em dia, mas que na adolescência foi um martírio, pois sua forma de ver e sentir ia contra o que a igreja dizia.
LGBTQIA+: qual a tradução dessas letrinhas todas?
Dennis explica que o L é de Lésbica. O G de Gay. B, de Bissexual. O T, de Transgênero. O Q, é de Queer (termo em inglês que se refere a indivíduos que estão explorando sua sexualidade). O I é de Intersexo. A, é de Assexual. E o sinal de “+” é para incluir outras identidades não especificadas ou para reconhecer a diversidade contínua.



