O senador Luís Carlos Heinze (PP-RS), citado na delação premiada de Mauro Cid, defendeu-se nesta quinta-feira das acusações do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro em depoimentos à Polícia Federal.
Segundo o delator, o senador gaúcho teria aconselhado Bolsonaro a usar as Forças Armadas para confiscar uma urna eletrônica, sem o aval do TSE, para realização de testes que comprovassem a teoria bolsonarista contra o sistema eleitoral.
“Em nenhum momento cogitei, afirmei ou mesmo pensei em sequestrar, ou confiscar uma urna eletrônica. Todo aquele que afirmar algo nessa direção está faltando com a verdade e será processado por calúnia e difamação”, diz Heinze.
Ele afirma afirma que, atendendo aos “apelos” de seus eleitores, encaminhou ofícios ao Ministério Público Federal, ao Ministério da Defesa, à Controladoria-Geral da União, aos comandantes das Forças Armadas e ao Ministério Público Militar.
“Adicionalmente, estive pessoalmente na Polícia Federal e na Advocacia-Geral da União e apresentei denúncia sobre o caso que ficou conhecido como ‘radiolão’. Reitero que não houve qualquer falta de transparência em minhas ações, nem no exercício do meu mandato. Jamais venderia minha dignidade”, acrescenta.
Fonte: Veja.
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