EUA – Muita gente logo pensa em terrorismo de outros países quando ouve falar em atentados na terra do Tio Sam, mas os números mostram uma realidade bem diferente. O ataque deste sábado, que teve como alvo Donald Trump durante um jantar em Washington, é mais um exemplo de que o perigo, na maioria das vezes, nasce dentro dos próprios Estados Unidos. (Fonte: Rodrigo Lopes – GZH)
O radicalismo que vem de casa
Cole Tomas Allen, o sujeito preso pelos disparos no evento onde estava Trump, parece ter agido sozinho. Tirando episódios fora da curva, como o 11 de setembro, a maioria das tragédias americanas nos últimos 30 anos foi causada por cidadãos do próprio país. São pessoas motivadas por extremismo político, ideias de supremacia ou problemas de cabeça, longe de qualquer ligação com grupos de outros continentes.
Trump vira alvo recorrente
Se for confirmado que o ex-presidente era o alvo da vez, essa já seria a terceira tentativa de m0rte contra ele. Em 2024, ele escapou por um triz de um tiro na orelha durante um comício e, meses depois, outro homem foi pego com uma arma escondida no mato enquanto o republicano jogava golfe. A própria Federal reconhece que o terrorismo interno hoje é a maior dor de cabeça para a segurança nacional.
O rastro de sangue na história
Esse veneno doméstico não é de hoje. Antes das Torres Gêmeas, o maior atentado do país foi a explosão de um prédio em Oklahoma, em 1995, cometida por um americano que odiava o governo. Da mesma forma, os ataques em escolas e universidades, que viraram uma triste rotina por lá, são frutos de bullying, acesso fácil a armas e ambientes tóxicos na internet, provando que a verdadeira ameaça está batendo na porta.
Redação, João Lemes; Fonte: Rodrigo Lopes 🌎
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