A divulgação é do Tesouro Nacional. Esse resultado ficou acima das expectativas da pesquisa Prisma Fiscal do Ministério da Fazenda, que apontava um superávit de R$ 69,8 bilhões para o mesmo período.
O Tesouro e o Banco Central tiveram um superávit de R$ 96,0 bilhões, enquanto a Previdência Social (RGPS) apresentou um déficit primário de R$ 16,7 bilhões.
Um superávit é registrado quando as receitas provenientes de impostos são maiores do que as despesas.
O governo federal, após um déficit primário de R$ 230,5 bilhões em 2023, equivalente a 2,1% do PIB, busca em 2024 alcançar um déficit zero para equilibrar as contas públicas.
No ano anterior, o governo enviou ao Congresso medidas econômicas para aumentar a arrecadação, como a regulamentação das apostas esportivas e a taxação de fundos de “super-ricos”. Contudo, algumas dessas medidas foram reduzidas durante a tramitação, o que pode impactar o alcance da meta de déficit zero.
Comparativamente, em janeiro de 2023, o superávit primário foi de R$ 78,9 bilhões.
O resultado de janeiro de 2024 é resultado de um aumento real de 3,0% (R$ 6,9 bilhões) na receita líquida e um aumento real de 6,8% (R$ 10,1 bilhões) nas despesas totais em relação ao mesmo período do ano anterior.
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