O aumento de casos de coqueluche no Estado causa preocupação entre os médicos e motivou um alerta da Sociedade de Pediatria. Em 2024, o estado teve cerca de 620% a mais do que o ano passado, e um número recorde em 10 anos.
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Após uma queda nos casos em 2023, o estado já registrou 363 notificações, das quais 166 infecções foram confirmadas pela coqueluche neste ano, conforme mostram dados do Ministério da Saúde. É o maior número desde 2014, quando 260 casos foram confirmados no estado.
O que é coqueluche?
A doença é transmitida por uma bactéria e é altamente contagiosa. O principal sintoma é a tosse seca, que dura de 6 a 10 semanas e pode se estender por mais tempo.
As crises vêm acompanhadas de mal estar e até falta de ar. A doença não atinge só crianças, adultos e idosos também podem ter coqueluche.
Vacinação
A doença é combatida com vacinação. No RS, a média da imunização contra a coqueluche é de 88%, segundo dados do Ministério da Saúde. A meta é chegar a 95% do público-alvo – além das crianças, gestantes e profissionais da saúde que atuem no atendimento a grávidas e recém-nascidos devem tomar a vacina.
Para as crianças, o calendário vacinal de rotina contempla a aplicação de três doses com a vacina pentavalente (com 2, 4 e 6 meses de idade) e dois reforços, aos 15 meses e aos quatro anos, com a tríplice bacteriana, que pode ser aplicada até 7 anos.
Fonte: G1 RS
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