Canoas – O assassinato de Nego Jackson foi motivado por falhas na segurança. A polícia suspeita de que arma tenha ingressado por meio de um drone.
Crime na penitenciária:
Nego Jackson, líder da facção Família do Sul, foi morto na penitenciária. O crime ocorreu no módulo 3, onde ele foi baleado por Rafael Telles da Silva, conhecido como Sapo, membro da facção rival Bala na Cara.

Nego Jackson já foi foragido número 1 do Estado
Jackson chegou a ser considerado o foragido mais procurado do RS em 2017, até ser capturado no Paraguai, pela polícia da cidade de Pedro Juan Caballero, e posteriormente transferido de volta para Brasil. Ele esteve em presídios federais brasileiros até ser transferido para o RS em 2020.
Falhas de segurança:
O assassinato expôs falhas na segurança. A arma usada chegou ao presídio através de um drone. Drones são comuns na área, e agentes são instruídos a não atirar neles por segurança, permitindo que objetos perigosos entrem.
Questões sem resposta:
Como inimigos estavam na mesma ala?
Por que a arma não foi encontrada nas revistas?
A penitenciária deveria isolar membros de facções.
Conforme os relatos dos próprios agentes penitenciários, muitas falhas de segurança marcam o assassinato. Os disparos teriam sido feitos através da portinhola de uma cela durante a triagem dos detentos. E a arma, uma pistola, teria chegado no presídio por meio de um drone.
Consequências:
O crime pode aumentar a violência nas ruas devido a possíveis retaliações. Jackson era investigado por diversos crimes, incluindo 29 homicídios. O suposto assassino também tem um histórico criminal pesado.
Ação das autoridades:
A Polícia investiga o caso e reforçou a segurança nas áreas dominadas pelas facções. A prisão preventiva de Sapo foi solicitada. O governo e o sistema penal precisam revisar suas práticas para evitar novos incidentes. (GZH)
SOBRE OS DRONES – Há relatos de que o sobrevoo de drones é constante sobre a cadeia. E existiria orientação aos agentes para não dispararem contra os aparelhos, por temor de que despenquem e causem ferimentos. Se isso se confirmar, existiriam dois problemas: o sobrevoo impune e a dificuldade de impedir que os drones entreguem suas encomendas mortíferas (armas e drogas).
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Quem proibiu de atirar em drones sobre a área de segurança ???