Um estudo da Fiocruz revelou que 10,5% das mortes no Brasil em 2019 estão ligadas ao consumo de ultraprocessados, como refrigerantes e bolachas recheadas. Esse consumo resultou em cerca de 57 mil óbitos e um custo econômico total de R$ 10,4 bilhões, incluindo despesas de saúde pública e previdência social.
O SUS gasta quase R$ 1 bilhão por ano tratando doenças relacionadas, como obesidade e diabetes tipo 2.
A ACT Promoção da Saúde propõe a tributação de ultraprocessados para reduzir o consumo e financiar a saúde pública. A reforma tributária atual, que inclui apenas refrigerantes, é considerada insuficiente para enfrentar o problema.
A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos criticou o estudo, afirmando que ele se baseia em dados de baixa qualidade e falta de definição clara sobre ultraprocessados. A entidade alega que o estudo inclui indevidamente produtos como pão e iogurte na categoria, o que compromete a validade das conclusões.
Fonte: Jovem Pan.
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