Além de celulares, também são proibidos tablets, relógios inteligentes e dispositivos similares em escolas públicas e privadas. A regra entra em vigor em 30 dias e abrange até o intervalo das aulas.
O texto, de autoria da deputada Marina Helou e outros 42 parlamentares, aponta que o uso excessivo desses dispositivos prejudica a concentração, o desempenho acadêmico e a interação social dos estudantes. A medida visa melhorar o ambiente escolar e favorecer o aprendizado.
Estudantes que levarem dispositivos devem armazená-los de forma segura e sem acesso durante as aulas. O uso será permitido apenas para fins pedagógicos ou por alunos com deficiência que necessitem de recursos tecnológicos específicos.
Fonte: G1.
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