Santiago – Dois médicos obstetras foram acusados pelo Ministério Público de cobrar indevidamente pelos partos que deveriam ser gratuitos, já que são pagos pelo SUS. As denúncias, aceitas pela Justiça, revelam um esquema que pode ter prejudicado inúmeras gestantes. (veja aqui)
Os médicos envolvidos, agora réus no processo, são Cristiano Weber da Silva e sua esposa Éllen de Freitas Medeiros, proprietários da Clínica Dellas. Eles enviaram nota de contraponto. A redação resumiu e manteve apenas a parte que trata do caso, retirando acusações a outras pessoas.
Os médicos Cristiano Weber da Silva e Éllen de Freitas Medeiros dizem que sempre exerceram a profissão de forma ética e dentro da lei.
“As denúncias de cobranças indevidas pelo SUS foram levadas pelo administrador do hospital à Polícia Federal. Após investigação e oitiva de pacientes, concluiu que não houve crime, recomendando o arquivamento do inquérito. A Justiça Federal acatou o pedido de arquivamento em relação à primeira acusação e encaminhou os demais pontos para análise da Justiça de Santiago. Temos plena convicção de que a última acusação também será arquivada, reafirmando a inexistência de qualquer irregularidade”.
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