A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos, NOAA, confirmou o retorno de La Niña. O fenômeno resfria as águas do Pacífico equatorial central e oriental, alterando padrões climáticos globais. A previsão é que as condições de La Niña persistam de fevereiro a abril de 2025, com possível transição para neutralidade entre março e maio de 2025.
A MetSul Meteorologia prevê que os impactos da La Niña se farão sentir no RS já em janeiro. A estiagem prolongada e a redução das chuvas são esperadas no Sul do Brasil. A falta de precipitação pode afetar a agricultura local, com perdas de produtividade em culturas como milho e soja.
La Niña também influencia as temperaturas, favorecendo a entrada de massas de ar frio no outono e aumentando a probabilidade de ondas de calor e temperaturas extremas no verão. Esse cenário eleva a preocupação com a aceleração da perda de umidade no solo, especialmente nas áreas mais afetadas pela estiagem.
Fonte: Correio do Sul.
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