O calor e a umidade aumentam a presença de insetos peçonhentos, exigindo mais cuidados. A morte de duas vítimas na mesma semana acendeu o alerta. No dia 21 de janeiro, uma pessoa morreu após um ataque de abelhas em Riozinho. Na última sexta-feira (24), outra vítima não resistiu às picadas de vespas em Soledade. Os Bombeiros Militares do RS registraram um aumento expressivo nas remoções de fontes de perigo, com mais de 46 ocorrências diárias em 2025, mais do que o dobro do ano anterior.
O Ministério da Saúde considera os acidentes com peçonhas um desafio de saúde pública. O RS conta com 64 hospitais de referência. Segundo a médica Bruna Telles Scola, vítimas devem ser observadas por pelo menos uma hora, pois reações graves ocorrem nos primeiros 15 minutos. O atendimento deve ser imediato, com contato ao Centro de Informação Toxicológica pelo telefone 0800 721 3000.
Instituições como o Instituto Butantan desenvolvem um soro antiapílico para tratar ataques massivos de abelhas africanizadas. Os testes avançaram pelas fases iniciais sem efeitos adversos graves. A fase 3 pode durar cinco anos antes do pedido de registro na Anvisa. Entre 2018 e 2022, o Brasil registrou cerca de 100 mil acidentes com abelhas, dos quais 303 foram fatais.
Fonte: Correio do Povo.
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