…e terreno fantasma
Uma senhora foi ao cemitério de Santiago para uma visita à capela da família e não conseguiu abrir a porta, pois havia um “vivo”, moreno barbudo deitado e trancando a porta com os pés. A fechadura estava danificada, sem o miolo. A porta estava entortada.
Em Itaqui um senhor comprou um terreno no cemitério onde seria construído um túmulo para os restos mortais do irmão. Ao solicitar a licença para a construção, foi informado pela Prefeitura que o terreno era clandestino, ou melhor, fantasma, pois não tinha registro no cadastro. Aí ele fez um registro policial, pois tem recibos de compra assinados por um indivíduo “muito vivo” de iniciais P.M.S.


