Florianópolis, SC – O pai de um dos adolescentes investigados diz que quer justiça. Ele afirma que o filho deve responder se a culpa for provada. Segundo ele, até agora só existem acusações e nenhuma prova foi apresentada. A família pede investigação correta.
O advogado Rodrigo Duarte da Silva espera que os depoimentos sejam colhidos logo e que o caso seja esclarecido. Ele diz que adolescentes que não tiveram envolvimento precisam ser inocentados publicamente. Caso alguém tenha responsabilidade, a punição deve ser proporcional ao que fez.
O porteiro relata brigas com os adolescentes durante as férias na Praia Brava. Ele fala em bagunça, xingamentos e danos a lixeiras. A delegada Mardjoli Valcareggi informa que pessoas ligadas aos jovens foram até a portaria após uma discussão e geraram medo de que houvesse uma arma. O porteiro afirma que não viu agressão contra o cão Orelha.
Relembre o caso
O cão Orelha morreu no início de janeiro após agressões na cabeça e, segundo o Ministério Público de Santa Catarina, os ferimentos levaram à eutanásia durante atendimento veterinário. A Polícia Civil soube do caso em 16 de janeiro e investiga três adolescentes por suspeita de envolvimento, já que um quarto jovem comprovou não ter relação com o fato.
Em 26 de janeiro, houve buscas nas casas dos suspeitos e apreensão de celulares e roupas de dois adolescentes que retornaram dos Estados Unidos, sem prisões. Os jovens foram intimados a depor e dois inquéritos foram abertos, um sobre a agressão ao animal e outro por coação de testemunhas, sendo este último concluído com três adultos indiciados. Os nomes não foram divulgados por causa do ECA e, se houver responsabilização, podem ser aplicadas medidas socioeducativas.
Fonte: Fantástico.
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