Florianópolis – SC – (Litoral) A polícia de Santa Catarina descartou que um dos guris investigados tenha participado da mort3 do cachorro Orelha. Os investigadores confirmaram que o jovem não estava na Praia Brava, em Florianópolis, no dia do crime. A família apresentou provas e imagens que mostram que ele estava longe da cidade quando tudo aconteceu.
Outros jovens seguem sob investigação da polícia
Agora, o adolescente deixa de ser suspeito e passa a ajudar como testemunha. A polícia ainda precisa ouvir outros guris que estariam envolvidos. Na semana passada, dois deles voltaram de uma viagem para a Disney e tiveram os celulares e as roupas apreendidos assim que pisaram no aeroporto. Eles tiveram que entregar os aparelhos para os agentes da delegacia especializada.
Famílias são acusadas de tentar calar testemunhas
O caso do cão Orelha gerou revolta no início de janeiro, quando o bicho m0rreu após ser agredido pelo grupo. Além da investigação contra os jovens, três parentes deles foram indiciados porque tentaram forçar as testemunhas a não falarem o que sabiam. A justiça também mandou tirar do ar postagens na internet que mostravam os dados pessoais dos envolvidos, para seguir o que manda a lei sobre menores.
Redação, João Lemes; fonte Estadão Conteúdo e GZH
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