Salto do Jacuí (Região de Cruz Alta), RS – A Justiça mandou suspender na hora o trabalho de uma mulher que se passava por psicóloga na cidade. O pedido veio do Ministério Público, que descobriu que ela estava atendendo o povo de forma ilegal, tanto em lugares da prefeitura quanto em clínicas particulares, sem nunca ter pisado em uma faculdade da área.
Uso de registro alheio
Para enganar os pacientes, ela usava o número do conselho profissional de uma psicóloga de verdade, que tem registro tudo certinho. Ela fazia avaliações e entregava relatórios como se fosse profissional formada. Por causa dessa pilantragem, o Ministério Público entrou com uma ação para impedir que ela continuasse enganando as pessoas e colocando a saúde dos outros em risco.
Proibições da Justiça
Além de ter que parar de atender, a falsa psicóloga não pode mais usar nenhum título de doutora ou números de registros. O juiz também mandou que ela apague todas as postagens das redes sociais onde ela se oferecia para trabalhar. Ela está proibida de procurar os pacientes que atendia e nem pode chegar perto das instituições onde trabalhava.
Crime de falsidade
A mulher agora pode responder por exercício ilegal da profissão e também por falsidade ideológica, já que mentiu sobre quem era. A medida serve para proteger os moradores que buscavam ajuda e acabavam caindo em um golpe. Como diz o ditado, “a raposa tanto vai ao galinheiro que um dia deixa o focinho”, e desta vez a máscara da falsa psicóloga caiu.
Fonte: MPRS e GZH.
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