Vila Nova do Sul (Região de São Sepé), RS – Um sujeito recebeu uma sentença pesada: 17 anos em regime fechado por produzir, guardar e divulgar fotos e vídeos de abuso sexual contra crianças e adolescentes. Além de mofar na cadeia, o sujeito terá que tirar do bolso R$ 100 mil para pagar uma indenização por dano moral coletivo, dinheiro que vai direto para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Estado.
Provas no celular
A casa caiu para o condenado depois que a polícia e o Ministério Público analisaram aparelhos eletrônicos ligados a ele. Ficou provado que o sujeito não só tinha o material proibido guardado, como também coordenava a criação dessas cenas horríveis e espalhava tudo por aplicativos de mensagens. O promotor Guilherme Machado Barboza bateu firme na tese de que o crime era gravíssimo e trazia um prejuízo enorme para toda a sociedade.
Direto para o xilindró
A Justiça aceitou quase todos os pedidos da acusação e decidiu manter o homem preso preventivamente, ou seja, ele não vai nem ver a cor da rua enquanto recorre da sentença. A condenação serve de aviso para quem acha que o mundo digital é terra sem lei, especialmente quando o assunto envolve a proteção dos nossos pequenos. Agora, o criminoso segue trancado à disposição do Judiciário para começar a pagar a conta com a sociedade.
Fonte: Ministério Público RS.
E você? Acha que quase 18 anos de cadeia é tempo suficiente para quem destrói a infância de tantas crianças ou a lei brasileira ainda é muito mansa com esse tipo de gente? O sonho de uma infância protegida não nasce da vista grossa, mas sim de punições severas que coloquem esses predadores bem longe do convívio social.
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