Mata – RS – (Região de Santa Maria) – O historiador assisense Valdevi Maciel voltou encantado do II Fórum Missioneiro, realizado em Mata. Para ele, o encontro foi um mergulho nas raízes gaúchas, celebrando os 400 anos da chegada dos jesuítas no território que hoje é o RS. Valdevi representou o Instituto Histórico e Geográfico de São Francisco de Assis junto dos companheiros Jari Espig e Hélio Leal.
O aprendizado e as vozes da história
O evento reuniu gente de peso que entende tudo do período missioneiro. Historiadores como Álvaro Theisen, Tau Golin e Telmo Flores trouxeram novas luzes sobre o passado, reforçando que preservar essa herança é obrigação de quem ama o Rio Grande. Cada palestra foi um ensinamento sobre a importância de valorizar o que foi construído em solo gaúcho há quatro séculos.
A inauguração da Cruz Missioneira
Um dos momentos que mais mexeu com o coração de quem estava lá foi a inauguração da Cruz Missioneira. Mais do que um monumento de concreto, a obra serve como um marco de fé e memória para o povo da região. Na ocasião, Valdevi reencontrou velhos amigos e defensores da nossa cultura, como o padre Antônio Taschetto — o famoso “padre de bota e bombacha” — e o poeta Paulo de Freitas Mendonça.
O passado que fortalece o futuro
Para Valdevi, participar do fórum foi uma experiência que renova as energias. Ele saiu de Mata com o coração cheio de significado, entendendo que cuidar da história é o melhor jeito de fortalecer o futuro. Como diz o ditado, “burro bom se vende na querência”, e Mata mostrou que sabe valorizar sua história com um evento de primeira grandeza que merece todos os elogios.

Redação, João Lemes; Fonte: Valdevi Maciel 🏺
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