Nacional – Ao menos 600 operações teriam sido feitas com a senha de uma funcionária em horários nos quais ela não trabalhava. A investigação aponta transferências irregulares de veículos, retirada de multas e exclusão de restrições administrativas do sistema do órgão de trânsito.
O esquema
Alexandre Macedo da Rosa (da região de Santiago e São Chico) é apontado como líder do grupo. Segundo a denúncia, o servidor conhecia o sistema Getran e teria cedido suas credenciais a outros investigados. O grupo também teria criado usuários falsos para manter os acessos e fazer alterações sem a documentação exigida.
A conta bancária
Shana Rodrigues Macedo teria oferecido sua conta para receber pagamentos por Pix e ocultar a origem do dinheiro. Despachantes cobrariam cerca de 2 mil por cada transação irregular. Os valores seriam divididos entre os integrantes.
A investigação estima que o esquema movimentou cerca de 1 milhão. Alexandre e Shana se entregaram à polícia no RS, em junho, e seguem presos preventivamente. A defesa sustenta que a apresentação voluntária afasta o risco de fuga e também citou questões relacionadas à saúde mental de Alexandre.
A operação
A ação policial cumpriu 11 mandados de busca em Brasília, Valparaíso, Teresina e Santiago. Alexandre, Shana e os demais investigados foram indiciados por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. O espaço permanece aberto às defesas.
(Redação, João Lemes. Fonte: Metrópoles)
Acompanhe o NP pelas redes sociais:
- Tiktok: @np.expresso
- Comunidade no WhatsApp: Clique Aqui
- Instagram: npexpresso
- Facebook: NPExpresso



