Sob protestos do Cpers, a Assembleia aprovou, por 26 votos a 1, o reajuste do magistério apresentado pelo governador. A proposta determina o aumento de 28,98%, dividido em três parcelas: 6,5% em novembro de 2013, 6,5% em maio de 2014 e 13,72% em novembro de 2014. Mesmo antes do resultado os ânimos já estavam exaltados. Deputados discutiram para definir as regras para a votação. Com a aprovação os professores presentes chamaram os deputados da base aliada de “vendidos” e “traidores”. Contrários ao reajuste, os sindicalistas queriam o pagamento integral do piso nacional do magistério e não aceitam a proposta do governador Tarso Genro.


