Nacional – Escamas levantadas, pele engrossada e dificuldade para caminhar merecem atenção no galinheiro. Esses sinais podem estar ligados ao ácaro Knemidocoptes mutans, que se instala sob as escamas das pernas e dos pés e provoca irritação e formação de crostas esbranquiçadas.
A transmissão ocorre pelo contato entre aves. Sem tratamento, a infestação pode deformar pernas e unhas e comprometer a locomoção. Segundo o Laboratório de Saúde Animal da Universidade de Guelph, no Canadá, o parasita pode se espalhar lentamente pela criação.
Os cuidados
O tratamento precisa alcançar cada ave afetada. A orientação veterinária é importante para confirmar o problema e escolher os produtos adequados, especialmente quando há produção de ovos ou carne para consumo. Vaselina é uma das opções citadas pelas instituições consultadas para amolecer as crostas, mas inseticidas devem ser usados sob orientação profissional.
Óleo queimado, querosene e outros óleos de motor não devem ser aplicados nas galinhas, conforme orientação da Universidade de Kentucky. Receitas e sprays indicados em comentários de redes sociais não substituem a avaliação veterinária. Inspecionar as aves antes de introduzi-las na criação e observar regularmente os pés ajuda a identificar o problema cedo.
(Redação, João Lemes. Fontes: Universidade de Guelph )
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