O trabalho dele é preservar a memória de quem já partiu

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Jaguari – Os últimos dias que antecederam o Dia de Finados foram de movimentação no cemitério municipal. A data não marca só a saudade, mas também as pessoas se mobilizam para limpar e organizar túmulos e capelas. E tem gente que lucra nesta época. É o caso do coveiro Juarez Pinto de Vargas, um dos mais solicitados para os serviços no cemitério. “Só neste ano, construí mais de 30 túmulos, lavei e pintei tantos que já perdi as contas”, comenta. Para o serviço ficar bem feito, o material também tem que ser bom. “Não existe mais aquilo de comprar material barato, todos querem coisa boa e de qualidade. Capelas construídas recentemente chegam valer até 30 mil”, explica Juarez.

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