
Cada escola poderá definir como será o revezamento dos alunos. O Cpers diz que decisão pode custar vidas
As melhorias necessárias para a readequação das escolas ao cenário da pandemia já têm preço 270 milhões. O investimento extra que saiu dos cofres do governo para a compra de equipamentos, materiais de desinfecção, capacitação e contratação de novos professores e profissionais de apoio, como serventes e merendeiras.
O número de professores e demais servidores que necessitará de contratação emergencial ainda está sendo calculado, já que vai depender da demanda de alunos que serão enviados para as escolas pelos pais. Ainda assim, um levantamento diz que são mais de 4 mil professores, dos 40 mil, que integram o grupo de risco pela idade acima dos 60 anos ou alguma doença. Nos 11 mil profissionais de apoio, 1 mil e 700 se enquadram nessa situação. (Zero Hora)



