
Um suposto esquema teria desviado 355 milhões do Sistema S do Rio de Janeiro entre 2012 e 2018.
A Polícia Federal cumpre mandados contra escritórios de advocacia do Rio e São Paulo, suspeitos de terem sido usados para gerenciar propinas a agentes públicos. Entre os alvos, estão Frederick Wassef que já representou Jair e Flávio Bolsonaro, e Cristiano Zanin que defende o ex-presidente Lula.
A ofensiva se baseia na delação de Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomércio fluminense. Ele acusa a advogada Ana Tereza Basílio, a qual coloca o governador afastado do RJ, Wilson Witzel, como coordenador do esquema. Só em gasto a pretexto de serviços advocatícios supostamente prestados à entidade foram 151 milhões.



