
O Credit Suisse, banco de investimento com sede na Suíça monitora o comportamento das fabricantes mundiais e avisou que haverá um aumento de 5% em setembro. O documento cita produtos da Ambev e Petrópolis, que seguiriam elevação já feita pela Heineken. O repasse disso ao consumidor ainda depende de decisões de distribuidores e do comércio.
Alguns motivos
Um é o impacto do câmbio, que já está se refletindo em vários alimentos. O dólar em alta deixa mais caros os insumos importados, como malte e materiais para embalagens. Há ainda o aumento no preço das latinhas de alumínio, seja por cotações internacionais ou mesmo por falta do produto.
Mais bebida
O consumo de bebidas alcoólicas em casa até cresceu na pandemia, mas caiu nos bares e restaurantes. A reabertura elevará o consumo e isso abre espaço para repasse no aumento de preços.



