
O presidente Bolsonaro barrou a proposta aprovada no Congresso, mas pediu aos parlamentares para que derrubem o veto. Ele só não aprovou por força de lei.
Pelo menos nove dos 17 deputados gaúchos que foram a favor do perdão da dívida tributária de igrejas admitem que vão mudar o voto. O grupo afirma que votará pela manutenção do veto do presidente Bolsonaro.
Ao barrar o texto, o presidente afirmou que, se fosse parlamentar, votaria pela derrubada do veto: “Confesso, caso fosse deputado ou senador, por ocasião da análise do veto que deve ocorrer até outubro, votaria pela derrubada do mesmo”, escreveu.
Entre os deputados que admitiram que vão mudar de posição estão Bibo Nunes e Sânderson, ambos do PSL.
Para o deputado Pedro Westphalen (PP), foi um erro coletivo:
“Felizmente foi vetado e vou votar para manter o veto. Foi um erro coletivo”, disse ele.



