
(João Lemes) Tenho notado dia a dia o sumiço dos bolsonaristas das redes. Isso faz me lembrar da paixão. Ela vem e ficamos embebidos. Em êxtase. Depois começa o amor, que é, entre outras coisas, a dor. Vejam:
Bolsonaristas brigam
Não é de hoje que a ala ideológica do governo e o presidente Bolsonaro não vêm se dando bem. Falaram até em rompimento depois que Bolsonaro escolheu o desembargador Kássio Marques para o STF. Entre os contrariados, estão importantes financiadores do bolsonarismo.
Ainda sobre Moro e Bolsonaro
O jornalista David Coimbra escreveu que Moro e Bolsonaro não poderiam dar certo. Os dois são de extratos diferentes e estavam em patamares diferentes. Moro é servidor público, técnico que ganhou popularidade graças a seu trabalho. Bolsonaro é um político profissional, que cresceu por encampar causas que Moro não poderia defender; acesso irrestrito às armas e o elogio ao golpe militar de 64, comentou o jornalista.
Há pouco, Moro comentou que as pessoas estão descobrindo qual é a “verdadeira natureza” do presidente. Depois apagou a postagem. Mas o sentido ficou. Moro também não sabia qual era a “verdadeira natureza” de Bolsonaro. Enganou-se e está pagando por esse erro. Muita gente ainda vai pagar, descreve David Coimbra.




Mais uma viúva do moro, que aliás, fugiu do país antes de perder a segurança particular da PF. Sejam imparcias, blogueiros.
Bom dia!
As verdades mudam, a seu tempo, de acordo com os interesses, de quem às escrevem ou está verbalizando.