
(João Lemes) – Olha, amigos. Esta nossa vida de comunicador não é fácil. Mas como ninguém me obriga a nada, sou livre, cá estou.
Depois de traçar a metodologia do debate, de enviar aos candidatos, à Justiça Eleitoral, montar equipes, cuidar dos protocolos, os tais candidatos não apareceram, a não ser pelo seu Meneghini e seu vice Tiago (MDB).

O Luizinho Lima (PSD) ainda respondeu que estava sem condições devido à agenda que tinha. Por outro lado, o atual prefeito Froner, “nem te ligo”. Não disse nem que viria, nem que não viria. Por puro comodismo, por pura incompetência, como lhe é peculiar, não teve o discernimento de responder com categoria de homem.
Fez como sempre fez e pretende seguir fazendo: deixar que outros governem no seu lugar. Para mim, um prefeito sem poder de mando não me vale nada. É gente que deveria ficar em casa tomando mate. Delegar suas funções a assessores é fugir à responsabilidade.
Não foi à toa que um próprio companheiro seu disse na câmara, na tribuna do povo, que ele é o que menos manda na prefeitura.
Para mim, a imagem do prefeito Froner (PP) é a imagem de um abocanhador de diária, que passa na estrada, que vai de carro público a Brasília pelo bem prazer de ver a paisagem e contar os postes do caminho.
Sim, é um dos prefeitos que mais gastou em diárias. (a matéria já foi amplamente divulgada no Expresso)
É triste, mas a sua falta ao debate compromete a adversidades de ideias. Pior: é um desrespeito com a imprensa, com seus mais de mil ouvintes do programa de ontem. É um descaso com seu próprio povo.





Gostaria de parabeniza-lo João pela tua corretíssima posição e postura cidadã. Abraço.