
O presidente Bolsonaro abordou as relações entre o Brasil e a possível gestão de Joe Biden, EUA. Disse que ao acabar a saliva, de que ter pólvora. O comandante do Exército Brasileiro, o general Édson Pujol, se manifestou e descartou que exista alguma ameaça real ao país e afirmou que tem atuado para impedir que a política partidária entre nos quartéis.
“Nosso assunto é militar. As questões políticas? Não nos metemos em áreas que não nos dizem respeito. Não queremos fazer parte da política governamental ou do Congresso e muito menos queremos que a política entre em nossos quartéis”, disse Pujol.
Nosso Exército precisa se fortalecer
“Temos de dotar o Exército de uma capacidade de defesa antiaérea, que está muito aquém de fazer frente à ameaças. Precisamos de um programa para desenvolver a estrutura de nossa defesa antiaérea. Estamos muito aquém do que o Brasil precisa para que as Forças Armadas cumpram suas missões constitucionais”, completou.



