
A medida foi divulgada quatro dias depois do assassinato brutal de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro que foi espancado até a morte por dois seguranças brancos numa filial da rede de supermercado em Porto Alegre.
Protesto no Carrefour de Porto Alegre termina em confusão
Depois de uma passeata pacífica contra a morte de João Alberto Freitas, os manifestantes derrubaram grades, atiraram rojões, depredaram um ponto de ônibus e atearam fogo em madeira, pneus e lixo em frente ao supermercado. A polícia usou bombas e balas de borracha para dispersar os manifestantes. Na ação, duas pessoas ficaram feridas. Ninguém foi preso.



