
Valor deverá ser destinado a fundos de combate à discriminação e à defesa do consumidor, entre outros
A Defensoria Pública pede indenização de 200 milhões por danos morais e coletivos pelo homicídio de João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, espancado até a morte no Carrefour, em Porto Alegre.
O valor deverá ser destinado a fundos de combate à discriminação e defesa do consumidor, entre outros.
Além do hipermercado, a empresa de segurança privada Vector foi incluída na ação. Os dois seguranças que agrediram João Alberto eram contratados e estão presos: o policial militar temporário Giovane Gaspar da Silva e Magno Braz Borges, ambos por homicídio triplamente qualificado. Na terça (24), a polícia prendeu a funcionária do hipermercado envolvida na morte.



