Acadêmicas destacam que a sororidade deve ser exercida em momentos de vulnerabilidade
Vamos falar sobre violência doméstica e familiar? Essa é a pergunta que abre a cartilha sobre os 16 dias de ativismo em Eliminação da Violência contra a Mulher, criada por alunas de Psicologia da URI Santiago.
No material, elas falam sobre o ciclo da violência e reforçam para a importância da denúncia (pelo 180 ou 190), pois com o tempo o ciclo se intensifica e as agressões ficam mais violentas. A cartilha também traz as formas de violências contra as mulheres.
O material é uma organização das acadêmicas Priscila Roliano, Paula Medeiros, Jordana Gindri e Tarciane Quadros, tendo a supervisão da professora Fernanda Belle Barichello. A Polícia Civil, por meio da Sala das Margaridas, é colaboradora.
As quatro estudantes fazem estágio na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Santiago e Sala das Margaridas. Juntas, elas questionam e buscam formas de enfrentar e acolher as vítimas de violência doméstica e familiar.
“Você já deve ter se deparado com uma cena de violência e levantado aquela frase: em briga de marido e mulher não se mete a colher, porém convidamos você a fazer uma reflexão, meter ou não a colher em uma briga doméstica pode definir se essa mulher vive ou entra para mais um dos números de estatística de feminicídio”, dizem as alunas.




