
Em vídeo, o promotor Vinícius Cassol falou sobre o caso
O Ministério Público deflagrou a Operação Espinhos, cumprindo mandados. A investigação apura possíveis irregularidades na campanha eleitoral, como compra de votos, pagamentos de despesas, transporte de eleitores, fornecimento de combustíveis e entrega de cestas básicas. Com a apreensão de celulares, anotações e HD, o Ministério Público investiga a situação dos envolvidos e não descarta uma nova eleição.
Caso a chapa majoritária esteja envolvida, a nova eleição será o único caminho
“A fase ainda é de investigação. Ainda não tive acesso aos dados dos celulares. Com a análise desses dados, não significa que haverá ou não uma ação judicial, da mesma forma não significa, que se houver alguma coisa, todos serão processados”, diz o promotor.
Tanto quem compra como quem vende o voto pode ser punido
O promotor disse que não tem como antecipar se haverá alguma ação contra um, dois ou vários, podendo até ser contra mais pessoas. Quanto a quem vende seu voto, é bom lembrar que o mesmo artigo que trata da conduta de quem compra o voto, vale também para aquele que vende.




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