
As medidas tentam evitar o caos hospitalar
O RS está entre os 10 em que menos pessoas se infectaram e morreram. Porém, o cenário piorou em novembro. Já existe mais infecções em relação ao número de habitantes do que em países como Espanha e França. O RS também está com uma das maiores taxas de crescimento de novos casos e de mortes do país.
Para responder à segunda onda, que já registra mais infecções e internações hospitalares do que no inverno, o governo inicia o processo para abrir mais leitos, reforçar a saúde primária de municípios turísticos e impor mais restrições.
No Rio de Janeiro, por exemplo, a população faz fila para receber atendimento em UTI. A letalidade do vírus dá um salto quando o indivíduo não recebe atendimento, alertam os médicos.



