
O número de doses estimada é de 30 milhões de doses apenas para essa primeira fase
O presidente Bolsonaro entregou ao Supremo Tribunal Federal o plano nacional de imunização. O envio foi às vésperas do julgamento sobre a obrigatoriedade da vacina e a apresentação de um plano.
Também foi depois que presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que o maior erro político do governo foi não se preparar para comprar a vacina.
Segundo o governo, o Brasil já garantiu 300 milhões de doses de vacina por meio dos acordos: Fiocruz/AstraZeneca (100,4 milhões de doses, até julho/2020 e mais 30 milhões de doses/mês no segundo semestre); Covax Facility (42,5 milhões de doses) e Pfizer (70 milhões de doses em negociação).
População prioritária
O governo Bolsonaro definiu que a população prioritária para vacinação na primeira fase serão: os trabalhadores de saúde; as pessoas com 80 anos ou mais; as pessoas de 75 anos a 79 anos; pessoas de 60 anos ou mais “institucionalizadas” (que vivem em abrigos ou casas de repouso); e indígenas.
Os grupos previstos podem ter alteração a depender das indicações da vacina após aprovação da Anvisa, assim como as possíveis contraindicações. Destaca-se ainda que há outros grupos considerados prioritários a serem incluídos, a exemplo das populações Ribeirinhas e Quilombolas”, ressalta o documento.



