Uma semana após a apreensão de documentos e celulares em prédios da Prefeitura de Maçambará, três servidores de cargo comissionado foram presos, na manhã de segunda (21), por suspeita de uso ilegal de dinheiro público para compra de vidros usados em uma residência particular. A operação do Ministério Público se chama “Estilhaços”.
Os presos
Marilise Bronzoni Gelsdorf, coordenadora do departamento de assistência social, Márcio Crestani Bonorino, diretor de cultura, e Lourício de Almeida Bittencourt, supervisor de compras, são suspeitos de falsificar documentos e destinar verba pública para uso particular.
Os funcionários teriam utilizado dinheiro público para comprar vidros que foram destinados para a reforma da casa de uma eleitora. Para isso, teriam forjado documentos públicos para dar a entender que o material seria utilizado em um imóvel que fica no pomar municipal.
Conforme o promotor de Justiça Heráclito Mota Barreto Neto, eles seriam os executores dos crimes de peculato e falsidade ideológica, e foram presos porque as investigações demonstraram que estavam intimidando testemunhas, adulterando provas e, possivelmente, cometendo outros crimes contra a administração pública no exercício das funções. (Fonte: G1).



