
O presidente responsabilizou a indústria pelo fracasso do governo na aquisição de seringas. Ele afirmou que a compra está suspensa até que “os preços voltem à normalidade”. Os Estados têm estoque suficiente para uma primeira etapa.
Bolsonaro também compartilhou uma lista de países e os percentuais de vacinados, mas omitiu os que mais imunizaram suas populações, como Israel e Emirados Árabes.
“Como houve interesse do Ministério da Saúde em adquirir seringas para seu estoque regulador, os preços dispararam e o Ministério da Saúde suspendeu a compra até que os preços voltem à normalidade”, disse.
O Brasil consome 300 milhões de seringas/ano e que é um dos maiores fabricantes. A expectativa é garantir a entrega de 30 milhões de unidades em janeiro. (ZH)



